*** Notas sobre o Fim do Mundo ***

músicas


Sábado , 07 de Julho de 2007


Encontro com o Macabro - parte final

Puxa vida, esse blog andou abandonado...

Pra fechar a série, nos anos 80 rolou o Iron Maden.

Após terem lançado o disco The Number of The Beast (o número da besta) passaram a ser frequentemente taxados de satanistas embora raramente abordem o tema. A mascote Eddie (um simpático morto vivo) das capas dos discos é frequentemente associada a um demônio.

Hoje em dia tem varios sites contando essas histórias, mas a maioria com cunho religioso com a intenção de prejudicar as bandas ou  o mais provavel... a lavagem cerebral!!!!

Polly, esse post é pra vc!!! Bjos

Escrito por Ronan Lucena às 17h23
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Terça-feira , 10 de Abril de 2007


Encontro com o Macabro - parte 05

Hj a quinta parte da série que conta à história do rock e blá, blá, blá....

 

Black Sabbath abriu portas para dar “estilo” ao satã... Surge então bandas como Alice Cooper, Kiss, AC/DC etc.

 

Alice Cooper foi o pioneiro na teatralização no rock e claro que o tema era o terror, satã.  O codinome do vocalista (e da banda) segundo ele próprio foi sugerido em uma mesa de ouija (algo semelhante ao "jogo do copo") por um espírito. O visual com maquiagem viria a ser copiado exaustivamente.

 

E uma das copias é o Kiss que alguns dizem que é uma sigla e que significa Knights In Satan Service – Cavalheiros em serviço de satã, não se tem prova de que este é realmente o significado do nome da banda, mas cá entre nós é muito estranho uma banda de rock com todo este estilo se chamar... Beijo... Não é? Em todo caso vale lembrar que Jesus foi traído com um Beijo.

Existe também uma lenda de que a banda sacrificava animais em seus shows, mas isto nunca foi testemunhado por ninguém, inclusive esta foi uma das polemicas em seu primeiro show no Brasil, lá pros anos 80...

 

Já o AC/DC, com o álbum Highway To Hell (Auto Estrada para o Inferno) e músicas como Hell's Bells (Sinos do Inferno) foi prontamente taxada de satanista. A situação piorou quando um conhecido assassino serial psicopata conhecido como "Night Stalker" (Rastejador Noturno) afirmou matar influenciado pelas letras da banda.

Então no fim dos anos 70 surge o movimento puck, sua principal característica era a rebeldia e havia casos de anarquismo e esse movimento tem quem confunda com esse lance de satanismo...

 

No próximo post: Da união Gótica, punk e heavy metal surge... algo q dará continuidade ao nome de satã no rock.

 

Escrito por Ronan Lucena às 21h38
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Sábado , 07 de Abril de 2007


Encontro com o Macabro - parte 04

Hj a quarta parte da série que conta à história do rock através de seu lado mais obscuro - O Lado Satânico da coisa. Afinal, já dizia Raul Seixas: "O diabo é o pai do Rock”.

 

Enfim, Já praticamente nos anos 70, essa coisa de diabo na música ficou mais assumida.

 

De um lado uma banda se destaca com seu quarto disco: Led Zeppelin 4 com músicas incríveis como Rock and Roll, Black Dog e Stairway to Heaven, está ultima um impressionante hit que diz a lenda tem muito haver com demônio [em breve vou postar a letra analisada].

Seu guitarrista Jimmy Page também era fã do Mr. Crowley, comprando até usa mansão e morando lá, claro.

 

De outro lado  uma banda resolver fazer “música de terror” e acabou inventando o Heavy Metal. Estou falando do Black Sabbath. Tudo bem claro, o demônio e o ocultismo faziam parte das letras da banda, bem explicitamente e seu som vinha mais pesado e com riffs de guitarras obscuros [graças ao excesso de cromatismo e notas e acordes dissonantes]... As capas dos discos também tinham o chifrudo como tema, sempre.

 

E uma terceira onda vem complementar o estilo rock, nos anos 70. Bandas como Pink Floyd e Yes. Era o Rock Progressivo. Não há ligações desse estilo com o satanismo, apesar de uns sites com cunho evangélico citarem a musica “Good Bye Cruel World” com ondas de suicídio de jovens que estava havendo na epoca

 

No próximo post: O capeta ganha estilo!!!

 

Dizem q essa pessoa q aparece nessa capa (seria uma mulher?) apareceu do nada, não era pra estar lá.

Esta é a capa do primeiro dico do Black Sabbath

 

Escrito por Ronan Lucena às 14h01
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Domingo , 01 de Abril de 2007


Encontro com o Macabro - parte 03

Hj a terceira parte da série que conta à história do rock através de seu lado mais obscuro - O Lado Satânico da coisa. Afinal, já dizia Raul Seixas: "O diabo é o pai do Rock”.

 

Bem, já no fim dos anos 60 alguns artistas figurões do rock já estavam se destacando, entre eles: Jimi Hendrix, Janis Joplin e The Doors.

Tanto Hendrix como Janis inspiraram nas idéias da “Nova Era” em sua musicas, este movimento é um tanto complexo, mas entre suas vertentes a astrologia, usos de drogas e claro, o satanismo.

 

Não foi à toa q foi uma época marcada por concertos de Rock gigantescos para a promoção do sexo sem compromisso, abuso de drogas e do álcool, e uma atitude do tipo "faça o que der na cabeça". As letras pregavam a rebelião, a falta de moral e de responsabilidades. As drogas ficaram associadas com a música Rock. Início da violência nos palcos.

 

Já o vocalista do The Doors, Jim Morrison, se casou em um ritual pagão com uma bruxa. Além disto Jim Morrison dizia trazer dentro de si o espírito de um feiticeiro índio, um "shaman".

 

Jimi Hendrix, Janis Joplin, como também Brian Jones e Jim Morrison, todos morreram aos 27 anos, mesma idade de Robert Johnson. Como Johnson, morreram no auge da carreira e eram os melhores no que faziam.

 

No próximo post: Paralelamente a este movimento, vem surgindo no fim da década de 60 uma nova forma de relação do rock com satã. E bandas como Led Zeppelin, Black Sabbath ganham espaço!!

 

   

Escrito por Ronan Lucena às 20h42
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Sábado , 31 de Março de 2007


Encontro com o Macabro - parte 02

Hj enfim a segunda parte da série q conta à história do rock através de seu lado mais obscuro - O Lado Satânico da coisa. Afinal, já dizia Raul Seixas: "O diabo é o pai do Rock”.

 

Enfim, após esse fato, nos anos 50 algo começou a incomodar a sociedade, um novo estilo de música oriundo da música negra americana –que Robert Johnson fazia parte - fundada com o jazz -  O Rock in Roll foi a expressão usada pra se tornar popular aos jovens brancos americanos, mas o estilo ainda incomodava e muito a sociedade americana. A dança de Elvis Presley foi considerada demoníaca, imoral e os bons costumes estavam ameaçados. Elvis chegou até ser convocado para o exercito, mas nada o impediu de se tornar o Rei do Rock. Elvis não teve nenhuma relação direta com o “demônio”, mas ajudou a divulgar seu estilo musical, principalmente na popularização geral, nos anos 60.

 

Estes anos 60, década dos Beatles e Rolling Stones, onde Mick Jagger e Keith Richard que são acusados de se associarem a Satanás em troca de controle sobre as massas e sucesso mundial. A situação piora quando lançam uma música intitulada "Sympathy For The Devil”.Aumentando este o boato e também da morte de  Brian Jones (guitarra dos Stones) Mick Jagger teria sido causado do assassinato (mas nada foi provado), o motivo seria para ele para tomar definitivamente a liderança da banda.

 

Agora os Beatles não eram santinhos... Muitas de suas musicas falavam de ocultismos e afins. Uma de suas capas tem a imagem de Aleister Crowley* entre outras personalidades.

 

No próximo post: O que Jimi Hendrix, Janis Joplin, Brian Jones e Jim Morrison tem em comum com Robert Johnson.

*        Aleister Crowley ou Edward Alexander Crowley (Inglês, 1875 – 1947) foi um polêmico ocultista britânico, conhecido por suas posturas controversas e pelo tarô que leva seu nome. Seu trabalho influenciou Paulo Coelho, Raul Seixas, Ozzy Osbourne, Beatles, Rita Lee e Led Zeppelin.

 

 

Escrito por Ronan Lucena às 14h15
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Quinta-feira , 22 de Março de 2007


Encontro com o Macabro - parte 01

Hj vou iniciar uma série q conta a história do rock através de seu lado mais obscuro - O Lado Satânico da coisa. Afinal, já dia Raul Seixas: "O diabo é o pai do Rock" - Começando pelo inicio (desculpe o pleonasmo), tudo surguiu graças ao Blues!!

 

Robert Johnson – O Blues Man

Nascido em 1911, negro e descendente de escravos que aos vinte anos descobriu como fazer sua guitarra chorar usando o gargalo de uma garrafa quebrada, deslizando-a pelas cordas. Apresentou-se sozinho, foi o autor de uma série de composições sobre amarguras da vida, rejeição carnal e desconforto espiritual. Essas letras ajudaram amarrar a lenda de um pacto entre o diabo. Conta-se que ele ficou à espera em uma encruzilhada, com seu violão à mão, em uma noite de lua nova a meia noite, o diabo em forma de homem apareceu para afinar o instrumento. A partir daí, todos que ouvem suas músicas são encantados por ela. Johnson costumava tocar quase que de costas para o seu público. As pessoas então diziam que ele fazia isto para esconder o olhar do diabo.

Ele morreu com 27 anos, diz a lenda: de quatro e uivando.

 

 

Escrito por Ronan Lucena às 10h26
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Sábado , 10 de Março de 2007


O Lado Escuro da Lua

O Lado Escuro da Lua

 

Na minha humilde opinião, um dos melhores discos da história é um do Pink Floyd. Tipo assim, se fizessem uma lista de 10 ele estaria nela e talvez até em primeiro lugar ou pelo menos entre os 3 primeiros (não quero fazer injustiça aqui, pra afirmar mesmo tem q dar uma ouvida por aí...) Enfim, vou valar de um excelente disco chamado The Dark Side of the Moon.

 

O disco é aquele de uma famosa capa preta com uma prima sendo q um feiche de luz cinza q passa sobre ele e a luz sai colorida do outro lado. O disco é de  1973 e tem duração de 42 minutos e 55 segundos e contem nove canções. Canções das quais, tal como o gênero progressivo do rock, conta uma historinha e, portanto são interligadas. Sendo assim, aquele silêncio entre uma música e outra quase não existe neste cd.

 

Como é praxe do Pink Floyd e do gênero progressivo, as músicas não são do estilo “barulhentas”, algumas são lentas com bastante instrumental, sons e uso de vocais, ou seja, são músicas bem trabalhas.

 

The Dark Side of the Moon ainda tem uma lenda e a lenda tem um nome: “The Dark side of Oz” (O lado escuro de Oz). Na lenda consta o seguinte: Há um sincronismo entre o filme “O Mágico de Oz” e este cd. O filme é o musical de 1939 o primeiro em technocolor [colorido]. Na verdade o filme começa preto e branco e depois fica colorido, voltando no fim a ficar em preto e branco (assim como a capa do disco).

Para conseguir o sincronismo deve-se dar o play no momento em q o leão da Metro der seu ultimo rugido.

 

É possível achar trechos desse sincronismo no YOU TUBE, mas deve-se ter uma certa noção de inglês pra entender melhor, a parte musical combina direitinho!!! É impressionante!!! Coincidência???

 

Esse é um disco q eu recomendo!!

 

Escrito por Ronan Lucena às 14h47
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Sexta-feira , 29 de Dezembro de 2006


Por onde anda o garoto da capa do Nevermind??

A criança que aparece nadando atrás de uma nota de US$ 1 presa em um anzol na capa de “Nevermind” tinha apenas quatro meses de idade quando foi fotografada. Os membros do Nirvana queriam estampar o disco com a imagem de um bebê nascendo na água – a idéia surgiu depois de Kurt Cobain ter assistido a um documentário sobre o assunto – mas como seria muito caro comprar a foto, decidiram contratar um fotógrafo.

 

O fotógrafo Kirk Weddle pediu então a um casal de amigos, Rick e Renata Elden, que deixassem fotografar o filho, Spencer Elden. E, sem nem mesmo se dar conta, o garoto acabou se tornando um dos símbolos de uma geração. Tanto que, no aniversário de 10 anos de “Nevermind”, em 2001, a revista "Rolling Stone" recriou a cena com o protagonista original. Detalhe: dessa vez, a nota era de US$ 10.

 

Mas, ao contrário do que se possa pensar, Spencer não faturou um tostão com seu emprego de modelo. Em vez de dinheiro, ele recebeu de Kurt Cobain uma cópia do disco de platina que a banda ganhou com as vendas de “Nevermind”. Em uma entrevista, Courtney Love chegou a dizer que pagaria "um jantar" para o garoto quando ele crescesse.

 

 

 

Escrito por Ronan Lucena às 11h33
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Domingo , 22 de Outubro de 2006


Bandas que formaram meu caráter

A segunda da série é Engenheiros do Hawaii

Banda gaúcha que lançou seu primeiro cd em 1986 e está aí em atividade até hj...

Nesses 20 anos são 15 álbuns sendo o ultimo o “Acústico MTV” lançado no fim de 2004.

 

A banda já passou por várias formações, mas a mais marcante foi quando era apenas um trio, foi onde à banda emplacou sucessos e conseguiu seu auge com o álbum “O Papa é pop” onde tem seu maior sucesso a música “Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rollings Stones” – uma regravação da versão dos Incríveis, que por sua vez re-gravou da versão original em idioma italiano.

E claro a banda tem músicas próprias que são sucessos como: Infinita Highway, O papa é pop, Pra ser sincero, Parabólica, Toda forma de Poder, etc...

 

O vocalista Humberto Gessinger é marcado pelos seus longos cabelos loiros compridos, apesar de atualmente ele está com a cabeça raspada... Na verdade isso pouco interessa, o importante é a música.

 

Enfim, fui ontem ao show deles e foi ótimo!!! Foi um dos últimos da turnê “Acústico MTV”

Escrito por Ronan Lucena às 12h14
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Quarta-feira , 11 de Outubro de 2006


Bandas que formaram meu caráter

Imitando descaradamente a serie “... que formaram o meu caráter” do blog Jacaré Banguela, apresento no meu blog a série:

 

Bandas que formaram meu caráter

 

E a primeira da série, não podia ser diferente, é a Legião Urbana.

Pq não podia ser diferente? Pq hoje completa exatos 10 anos da morte do Renato Russo, um dos maiores poetas da música brasileira e líder da Legião Urbana.

 

A Legião Urbana teve seu primeiro trabalho em 1984 com sucessos como “será” e “ainda é cedo” e seu ultimo trabalho em 1996 com o disco “A tempestade” dois anos depois veio outro disco inédito que foi gravado ao mesmo tempo em que “A tempestade”, que seria um disco duplo.

 

A banda colecionou sucessos e polemicas.

Sucessos como: “será”, “ainda é cedo”, “tempo perdido”, “Eduardo e Mônica”, “Faroeste Caboclo”, “pais e filhos” e muitos outros... Polêmicas como brigas e confusões em shows, mudança da atitude da banda e principalmente do Renato e a quando o Renato assumiu sua homossexualidade e por fim na sua morte ser constatada que o cantor tinha o vírus da AIDS.

 

Eu comecei a gostar de Legião aos meus 12 anos e na época da morte da banda tinha 2 vinis e um monte de fitas cassetes gravadas com canções da banda...Apos a morte veio uma febre de Legião Urbana e como fã claro que aproveitei essa febre, comprando cds, vendo especiais, etc...

O importante agora é q 10 anos após o fim da Legião Urbana, Renato ainda continua vivo nas canções que ainda mexem com as pessoas...

 

  

 

Escrito por Ronan Lucena às 07h34
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